O editor literário que não o distrai
Como o editor do Narraya foi construído para sessões de escrita longas: barra contextual, modo foco, guardado silencioso e fidelidade total na exportação.
A diferença entre um editor generalista e um pensado para a narrativa não está nas funcionalidades que tem, mas nas que não atrapalham. Um romance de oitenta mil palavras não se escreve numa tarde; escreve-se em centenas de sessões, muitas delas no fim de um dia cansado, quando a última coisa que quer é um corrector ortográfico a sublinhar a vermelho cada apelido inventado.
O editor do Narraya foi construído em torno dessa premissa. Está ali para acompanhar, não para fazer barulho.
Uma barra de ferramentas que não grita
A formatação rica — negrito, itálico, títulos, listas, citações, tabelas, destaque, código inline — está toda presente. Mas a barra é contextual: aparece quando é precisa, desaparece quando não. Se já trabalhou com Google Docs e sentiu o seu cursor "perseguido" por botões e sugestões não solicitadas, já sabe o que quisemos evitar.
A referência estética, se quer uma medida, está mais próxima do Word de há quinze anos — quando escrever era o único ofício do editor — do que das ferramentas modernas. Com uma diferença: a tipografia foi afinada para prosa, não para resumos empresariais. Entrelinha configurável, um tipo de letra escolhido para sessões longas, margens generosas.
Modo foco
Para as horas de concentração máxima — a manhã cedo, a noite tardia, aquela janela de duas horas em que sabe que tem de entregar o capítulo — existe o modo foco. Um clique e o resto da página esbate-se: barra lateral, título, estatísticas. Ficam apenas as suas palavras sobre um fundo limpo. Sai com outro clique, ou com Esc.
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Abra o capítulo em que está a trabalhar.
Na biblioteca do livro, seleccione o capítulo. O editor abre com a barra reduzida.
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Active o modo foco.
Clique no ícone de foco na barra (ou use o atalho de teclado). Tudo desaparece, excepto o texto.
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Escreva.
O guardado automático trabalha em silêncio em segundo plano. Sem popup de "guardado", sem barra animada.
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Saia quando estiver pronto.
Um clique no ícone — ou
Esc— traz de volta o contexto completo, com fichas de personagens, kanban, dicionário.
Aprenda três atalhos e usá-los-á para sempre: ⌘B para negrito, ⌘I para itálico, ⌘K para pesquisar dentro do livro (personagens, capítulos, dicionário). Em Windows/Linux, substitua ⌘ por Ctrl.
Fidelidade na exportação
O que vê no editor é o que vai encontrar no DOCX, PDF e EPUB quando exportar. Sem formatações que "saltam", sem listas aninhadas que se partem, sem tabelas que se transformam em imagens. A fonte de verdade é uma só, única, limpa: se aparece no Narraya, aparece fora dele — com as mesmas regras tipográficas.
É uma promessa simples mas, para quem já exportou um romance a partir de uma ferramenta genérica e passou duas horas a corrigir indentações, conta mais do que muitas funcionalidades deslumbrantes.
Para quem é
Para quem escreve prosa longa
Romances, sagas, memórias: a nossa tipografia está calibrada para a página longa, não para posts curtos. Entrelinha, tipo de letra e margens ajudam o olho depois da primeira hora.
Para quem detesta distracções
O modo foco anula o mundo. Quando a sessão é preciosa, o editor é apenas tinta e papel — não uma aplicação com cem botões.
Para quem exporta com frequência
Se prepara um manuscrito para um editor ou um PDF-rascunho para um leitor de confiança, a fidelidade do Narraya poupa-lhe a "revisão de formatação" que todos odiamos.
Guardado automático que não interrompe
Uma coisa pequena, mas decisiva: o Narraya guarda em silêncio. Sem popup de "documento guardado" a cada dois segundos, sem indicador a piscar. O guardado acontece em segundo plano depois de cada pausa significativa, e você só o vê se olhar — uma marca discreta ao fundo da página. É uma escolha deliberada: escrever exige continuidade, e uma interface que se recorda continuamente de si própria é uma micro-interrupção.
Para além do guardado automático, o Narraya cria instantâneos periódicos de cada capítulo. Se apagar um parágrafo que afinal era importante, pode recuperá-lo do histórico. É uma rede de segurança que não se vê, até precisar dela.
Um editor não torna um romance melhor. Mas o editor certo pode eliminar tudo aquilo que se interpõe entre si e a sua frase seguinte. Quando a escrita é o trabalho, o resto deve desvanecer-se.
Quer experimentar antes de escolher? A demonstração abre um livro de exemplo com o editor plenamente funcional — pode escrever, exportar, testar o modo foco.